Um desafio, uma oportunidade ou mais uma ferramenta para uma gestão profissional?

Os veículos de gestão passiva vieram para ficar e atraem cada vez mais investimento. Veja em vídeo o que os profissionais da gestão de ativos nacional têm a dizer acerca das suas valências, adequação e evolução.

“Quando fazemos gestão de carteiras por vezes temos que tomar decisões de forma rápida […] e um ETF permite-nos ganhar rapidamente essa exposição, de uma forma diversificada, nome a nome e também em termos geográficos.” – Susana Vicente, GNB Gestão de Ativos

“O mais importante no processo de seleção de um ETF é, em primeiro lugar, selecionar o índice de referência e depois encontrar o instrumento que siga esse índice da forma mais eficiente possível.” – André Amado Pinto, CFA BPI Gestão de Ativos

“É preciso ter especial atenção quando investimos em ETF de crédito ou de sub-segmentos de high yield, classes muito menos líquidas dos que as restantes.” – Francisco Amorim, Jupiter Asset Management

“A gestão ativa e flexível […] permite-nos entrar e sair dos ativos de uma forma mais fácil do que a gestão passiva, que tem que seguir benchmarks.” – Pedro Lino, Optimize Investment Partners

“Para que se atinjam os níveis de eficiência necessários para que a gestão passiva seja uma alternativa é necessário a existência de gestores ativos que são o garante da manutenção dessa eficiência.” – Mário Carvalho Fernandes, CFA, Banco Carregosa

“Uma gestão profissional não se trata de replicar, mas de superar.” – Nicolas da Rosa, DPAM, sobre o que diferencia positivamente a gestão ativa.

“Eliminando o tracking error eliminamos também a capacidade de gerar alfa.” – Jorge Silveira Botelho, BBVA AM em Portugal