A palavra “normalização” transformar-se-á, provavelmente, numa das mais utilizadas ao longo de 2018. É certo que, embora já há algum tempo os sinais macro tenham vindo a apontar nesta direção, os investidores não levaram a sério a ideia de refletir no preço um cenário de fim de ciclo, a divergência monetária e a normalização da Fed... isto até ao “susto” que os mercados experienciaram no passado mês de fevereiro. Como bem sabem os investidores, nem estas quedas nem as experienciadas em março foram suficientes para reduzir as valorizações que continuam em máximos ou muito perto disso, num bom número de ativos de risco, enquanto que as taxas de juro se mantém em níveis historicamente baixos. Podemos perguntar-nos o que os investidores institucionais estão a fazer para evitar os obstáculos que este cenário emprega. A BlackRock contactou 224 investidores institucionais a uma escala global, com um património comum equivalente a 7,4 biliões de dólares. A resposta, muito resumidamente, é que estes grandes investidores estão concentrados na proteção face a este panorama de riscos ascendentes.
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