Lourenço Vieira de Campos (Santander): “Num banco universal, a segmentação faz parte da própria jornada do cliente”
O mercado de private banking em Portugal atravessa uma fase de transformação, marcada pela entrada de novos operadores, pela crescente sofisticação dos investidores e por uma exigência cada vez maior na relação entre instituições e clientes. À medida que o setor evolui, os modelos tradicionais de acompanhamento são também desafiados a adaptar-se a novas expetativas, o que levanta uma questão central debatida na quinta edição do Think Tank BNY Investments: terão os bancos universais uma vantagem competitiva face às instituições exclusivamente dedicadas ao wealth management? Para Lourenço Vieira de Campos, essa vantagem continua a existir e assenta, sobretudo, na escala e na proximidade que o modelo de banco universal permite construir.
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