Nas últimas semanas, o foco tem estado no mercado imobiliário chinês, perante a possibilidade de que uma das suas grandes promotoras, a Evergrande, entre em banca rota. E o preocupante não é tanto a Evergrande, mas sim que a sua queda implique um efeito contágio ao resto das promotoras que impacte o setor imobiliário chinês que, na verdade, representa 20% do PIB do gigante asiático.
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