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Entre os fundos de ações nacionais mobiliários que mais captaram nos últimos três anos, o topo do ranking combina exposição ao mercado português com estratégias globais de ações.
No Chart of the Week desta semana, José Barreiros, gestor de carteiras na GNB Gestão de Ativos, comenta a evolução da política monetária do Banco Central Europeu.
Como era esperado, o BCE aumentou as taxas de juro em 25 pontos base na reunião de junho. As previsões de inflação foram revistas em alta e as de crescimento em baixa, tendo a guerra no Médio Oriente sido identificada como um dos principais fatores de incerteza.
A entrada em bolsa da empresa de Elon Musk, prevista para 12 de junho, promete tornar-se um marco para os mercados, mas assinala também a chegada definitiva da economia espacial ao radar dos investidores. Comunicações, defesa, inteligência artificial e dados são alguns dos motores de uma indústria que aspira ultrapassar um bilião de dólares até 2040.
A entidade assinou um acordo para adquirir a Rantum Capital, uma gestora de investimentos em mercados privados com sede em Frankfurt, reforçando assim a sua presença na Alemanha.
O universo de special situations não precisa de uma crise para se ativar. Cada vez responde menos a episódios de stress sistémico e mais a um processo silencioso: a acumulação de desequilíbrios financeiros num ambiente de taxas mais altas.
O mercado de crédito europeu oferece, hoje em dia, a estrutura mais defensiva da última década com uma duration de apenas três anos. Para Alessandro Pellegrino, gestor do Arcano Low Volatility European Income Fund, é precisamente a disciplina de uma filosofia pura de rendimento que permite explorar essas assimetrias estruturais.
A elevada concentração do mercado, valorizações cada vez mais exigentes nas empresas growth, o aumento do custo do capital e uma menor tolerância ao erro estão a levar alguns investidores a voltar-se para empresas em que o preço pago ofereça maior proteção face a possíveis desilusões.
Entre os fundos nacionais mobiliários que mais captaram nos últimos três anos, as estratégias de mercado monetário e obrigações de muito curto prazo ocupam as primeiras posições do ranking.
A gestora defende o papel das estratégias long/short e total return para navegar num ambiente marcado pela volatilidade, a fragmentação geopolítica e a perda de eficácia das correlações tradicionais entre ativos.
Para Tom Simunovic (Brown Advisory) o domínio da IA e o ruído macro estão a distorcer o mercado norte-americano, criando oportunidades em setores onde os fundamentais continuam a ser sólidos, mas as valuations ficaram para trás.
Poucas estratégias atravessam gerações mantendo o mesmo processo. O Investment Company of America fá-lo há quase um século, apoiando-se essencialmente na disciplina ativa e num modelo multi-gestor singular.