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A tecnológica neerlandesa apresenta uma alocação média de 8,33%, muito acima das restantes empresas. Siemens e Schneider Electric completam o pódio.
Ana Carisso, sales associate director, analisa o potencial das ações europeias num contexto de recuperação dos resultados, maior diversificação global e novas oportunidades associadas à IA, defesa e infraestruturas. Comentário patrocinado pela Fidelity International.
O número é 10%. É aproximadamente a taxa anual de distribuições recebida pelos investidores das suas carteiras de private equity no final do primeiro semestre de 2026, segundo o Global Secondary Market Review da Jefferies.
A Morningstar desenvolve um novo enquadramento para detetar quando o crescimento de um fundo começa a alterar o seu processo de investimento. A dimensão nem sempre é uma vantagem: em determinadas estratégias, pode tornar-se um obstáculo à geração de rentabilidade.
Miguel Bento, partner and senior Investment Manager da CORUM Asset Management, analisa como uma inflação mais persistente e um custo do capital estruturalmente mais elevado podem redefinir as avaliações dos ativos e as decisões de investimento.
A FundsPeople reúne CIO e especialistas em multiativos para debater os principais temas de mercado e antecipar as perspetivas de investimento para o primeiro semestre de 2027.
Tecnologia, digitalização e novos modelos de negócio alimentam o crescimento: mas, para captar o potencial dos mercados emergentes, é preciso olhar para além dos índices.
Vishal Khanduja, head of Broad Markets Fixed Income, Michael Rosboroush, head of Macro, Utkarsh Sharma, head of Global Aggregate and Global Multi-Sector portfolio manager, e Leon Grenyer, head of European Multi-Sector, analisam onde encontram valor num ambiente de yields elevadas, spreads reduzidos e maior divergência macroeconómica. Comentário patrocinado pela Morgan Stanley IM.
O guru do investimento value foi nomeado presidente emérito com efeito imediato, “em reconhecimento das suas extraordinárias contribuições para a empresa e para os seus proprietários”.
34.000 milhões de euros em swaps já mudaram de segmento na curva do euro. É o primeiro efeito mensurável da reforma neerlandesa, mais contido do que os analistas antecipavam em janeiro, com o ajustamento dos grandes fundos ainda por concretizar.
O mercado europeu multiplicou os seus ativos desde 2022, impulsionado pelo regresso das rentabilidades ao rendimento fixo. No entanto, a análise da Morningstar revela que estes produtos não ofereceram uma vantagem sistemática face aos fundos tradicionais, enquanto os seus custos e riscos podem ser superiores ao que alguns investidores percecionam.
O dinheiro físico está a perder espaço, mas a transição para uma sociedade sem notas e moedas levanta questões sobre liberdade, privacidade e inclusão. João Valente Martins, responsável de Compliance e Risco da Heed Capital, analisa os riscos e contradições deste caminho.