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No Chart of the Week desta semana, José Barreiros, gestor de carteiras na GNB Gestão de Ativos, comenta a evolução da política monetária do Banco Central Europeu.
Como era esperado, o BCE aumentou as taxas de juro em 25 pontos base na reunião de junho. As previsões de inflação foram revistas em alta e as de crescimento em baixa, tendo a guerra no Médio Oriente sido identificada como um dos principais fatores de incerteza.
A transição energética está a redesenhar o papel das infraestruturas de rede, trazendo-as de novo para o centro das estratégias de investimento entre eletrificação, segurança energética e novas necessidades de capital.
No relatório da ALFI sobre 2025, o Grão-Ducado consolida a sua liderança europeia e posiciona-se como um centro global de fluxos financeiros.
Aymeric Gastaldi, gestor de fundos, analisa o novo contexto de fragmentação geopolítica e defende uma abordagem centrada na resiliência das carteiras. Comentário patrocinado pela Edmond de Rothschild Asset Management.
Transição energética, IA, digitalização: até 2031, a zona euro necessitará de 5,4 biliões de euros de investimento para renovar as suas infraestruturas. Um compromisso político e regulatório que traz consigo profundas implicações para os investidores.
Hilde Jenssen, head of Fundamental Equities, apresenta os pontos estratégicos para o futuro da Europa, bem como uma estratégia da sua casa concebida para que os investidores possam tirar partido deste crescimento: Empower Europe. Comentário patrocinado pela Nordea Asset Management.
Enquanto os Estados Unidos lideram o desenvolvimento tecnológico, o velho continente aposta na adoção e na eficiência: o desafio da inteligência artificial joga-se cada vez mais na capacidade de transformar a inovação em valor económico real.
Durante anos, a liderança do mercado esteve concentrada em poucos segmentos. Hoje, esse equilíbrio começa a deslocar-se, abrindo novas oportunidades em geografias e estilos que tinham ficado em segundo plano.
Fernando Fernández-Bravo, head of Active Distribution Iberia, analisa o verdadeiro estado do crédito privado e defende que, longe dos alarmismos recentes, o segmento upper middle market europeu continua a oferecer oportunidades atrativas. Comentário patrocinado pela Invesco.
Hilde Jenssen, responsável de Fundamental Equities, considera que agora é o momento de agir, posicionar-se cedo e aproveitar as oportunidades que estão a moldar o futuro do velho continente. Comentário patrocinado pela Nordea AM.
A fragmentação geopolítica e económica global está a redesenhar o panorama de investimentos, com oportunidades a surgir fora dos EUA, nos mercados emergentes e nas ações britânicas.