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Os investimentos detidos pela instituição central no âmbito dos seus planos de política monetária são cada vez menos intensivos em carbono. Mas a melhoria deve-se também à redução do total de ativos.
A transição energética está a redesenhar o papel das infraestruturas de rede, trazendo-as de novo para o centro das estratégias de investimento entre eletrificação, segurança energética e novas necessidades de capital.
O mais recente Encontro de Finanças Sustentáveis do ABANCA, em Lisboa, sublinhou uma ideia central: mercados de capitais, reguladores, investidores e empresas são peças de um mesmo sistema. O desafio é encaixá-las para financiar a transição sem comprometer transparência, confiança e crescimento.
O Carmignac Portfolio Emergents aposta em empresas quality-growth, uma gestão ativa, convicções, integração ESG e foco em oportunidades globais de longo prazo.
O investimento sustentável avança a diferentes velocidades consoante a região e enfrenta um ambiente marcado por tensões geopolíticas e maior escrutínio regulatório. Neste contexto, a Robeco defende a integração ESG como padrão do processo de investimento, orientado para melhorar a análise de riscos e a tomada de decisões a longo prazo.
Num pequeno-almoço organizado em parceria com a DWS, especialistas discutiram como a inteligência artificial e a transição energética estão a moldar os setores estratégicos e a reconfigurar as oportunidades de investimento no cenário atual.
O relatório da CMVM evidencia um mercado em maturação, com OICVM do artigo 8º a consolidar-se como o principal veículo de investimento sustentável. Os fundos do artigo 9º, PRIIPs e a dívida ESG permanecem segmentos de nicho, mas estratégicos para a transição verde.
A proposta de revisão publicada a 20 de novembro visa um alinhamento entre as normas sobre sustentabilidade em linha com os objetivos expressos no Pacote Omnibus. Mantém-se o problema das informações ESG coerentes e surgem críticas sobre o MiFID relativo às preferências de sustentabilidade.
A votação no Parlamento Europeu reduz o conjunto de empresas que terão de cumprir as obrigações de reporte de sustentabilidade. A FundsPeople recolheu as opiniões de especialistas sobre as consequências financeiras, regulamentares e de disponibilidade de dados.
Tenisha Elliott, Sustainability Research Analyst, explica como a transformação global do sistema alimentar está a acelerar, impulsionada pelo aumento das doenças crónicas, pela pressão regulamentar e por consumidores cada vez mais atentos à saúde. Comentário patrocinado pela Columbia Threadneedle Investments.
A Allianz GI coloca a sustentabilidade e o retorno no centro da sua estratégia. Entre as tendências para o futuro destacam-se a adaptação climática e a democratização do investimento de impacto. Na regulação, é valorizada uma abordagem pragmática.
Depois de avaliados os riscos ambientais e sociais, é a vez de olhar para o terceiro pilar do ESG, a governança. Neste âmbito, os fundos de ações são os que apresentam scores mais baixos.