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Entre os fundos de ações nacionais mobiliários que mais captaram nos últimos três anos, o topo do ranking combina exposição ao mercado português com estratégias globais de ações.
A entrada em bolsa da empresa de Elon Musk, prevista para 12 de junho, promete tornar-se um marco para os mercados, mas assinala também a chegada definitiva da economia espacial ao radar dos investidores. Comunicações, defesa, inteligência artificial e dados são alguns dos motores de uma indústria que aspira ultrapassar um bilião de dólares até 2040.
A elevada concentração do mercado, valorizações cada vez mais exigentes nas empresas growth, o aumento do custo do capital e uma menor tolerância ao erro estão a levar alguns investidores a voltar-se para empresas em que o preço pago ofereça maior proteção face a possíveis desilusões.
Entre os fundos nacionais mobiliários que mais captaram nos últimos três anos, as estratégias de mercado monetário e obrigações de muito curto prazo ocupam as primeiras posições do ranking.
Para Tom Simunovic (Brown Advisory) o domínio da IA e o ruído macro estão a distorcer o mercado norte-americano, criando oportunidades em setores onde os fundamentais continuam a ser sólidos, mas as valuations ficaram para trás.
Poucas estratégias atravessam gerações mantendo o mesmo processo. O Investment Company of America fá-lo há quase um século, apoiando-se essencialmente na disciplina ativa e num modelo multi-gestor singular.
Com vasta experiência na análise do setor industrial, a gestora do DWS Smart Industrial Technologies aposta na indústria do futuro, com atenção ao reshoring e até aos robôs humanoides, numa estratégia que alia ciclos industriais à tecnologia de ponta.
O Vontobel Fund - mtx Emerging Markets Leaders nasceu há quase 15 anos sob a firme convicção de que o mercado se rege por uma dinâmica de winner takes it all: os líderes tendem a manter-se e encontrá-los é a chave a longo prazo.
Jason Borbora-Sheen, co-PM do Ninety One Global Managed Income, explica, em entrevista à FundsPeople, como a estratégia procura entregar uma yield sustentável sem depender apenas dos tradicionais blocos de ações e obrigações.
Lan Wang Simond, gestora do Pictet TR-Mandarin, explica, em entrevista à FundsPeople, porque vê a China como um terreno fértil para uma estratégia long/short focada em geração de alpha, com maior convicção em semicondutores, hardware, industriais e cadeias ligadas à inteligência artificial.
Valorizações interessantes, aceleração da inovação científica e retoma da atividade de M&A são os principais fatores de suporte para o setor. É o que explica nesta entrevista Sean Carroll, que gere os fundos JH Global Life Sciences e JH Horizon Biotech, ambos com Rating FundsPeople 2026.
Segundo Tom Levering, gestor do Wellington Enduring Infrastructure Assets Fund, oferecem um duplo benefício: proteção nas fases de stress dos mercados e participação no potencial de subida acionista no longo prazo. Qualidades particularmente interessantes no atual contexto de volatilidade e riscos geopolíticos.