Nos últimos anos, a gestão passiva conquistou uma posição de destaque junto dos investidores, impulsionada pelos custos competitivos e pela forte valorização dos principais índices acionistas, sobretudo nos Estados Unidos. Contudo, a crescente concentração dos mercados e as limitações da diversificação proporcionada pelos índices estão a reforçar o papel da gestão ativa. A mensagem é cada vez mais consensual: não se trata de escolher entre gestão ativa e gestão passiva, mas de perceber como ambas se podem complementar.
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