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A gestora fechou o exercício em forte crescimento, beneficiando da evolução positiva do produto bancário, da redução dos custos operativos e do contributo das comissões.
Os grandes fornecedores de ETF no mercado ibérico, no âmbito da iniciativa ETF&Index Minds, analisam quais são as variáveis que realmente diferenciam produtos comparáveis e que aspetos são determinantes.
A Capital Group e a KKR trouxeram a sua estratégia integral de crédito, o Capital Group KKR Global Multi-Sector+, a investidores europeus e da Ásia depois de terem lançado o projeto nos Estados Unidos no ano passado.
No final da operação, a La Banque Postale continuará a controlar 75% da LFDE IM, enquanto a Aegon AM manterá uma participação de 25%. A trajetória de crescimento assentar-se-á em três eixos principais: private assets, fixed income de valor acrescentado e expansão internacional.
Na primeira sessão de 2026 do ETF & Index Minds em Lisboa, a XTB apresentou um retrato de um mercado português em expansão, ainda muito dominado pelos ETF de ações globais. O debate com várias casas internacionais mostrou que, para a adoção alargar para soluções mais sofisticadas, será preciso combinar educação financeira, visibilidade e capacidade de distribuição.
A entidade gestora aumentou de forma expressiva os ativos sob gestão, reforçou a base de clientes e manteve o resultado líquido em níveis próximos dos máximos históricos alcançados no exercício anterior.
O BPI apresentou a nova marca BPI Wealth Management, que junta os serviços de private e wealth numa proposta reforçada de personalização e diferenciação, num contexto de transformação do setor e crescente sofisticação das necessidades dos clientes.
Seguindo a tendência dos fundos de ações e dos fundos de obrigações, os ativos sob gestão dos fundos multiativos, domiciliados quer em Portugal quer no estrangeiro, aumentaram, em março de 2026, para mais de 10,4 mil milhões de euros. Este valor representa uma subida de 13% face a março de 2025.
No mês de abril, as ações e as obrigações dividem o protagonismo enquanto classes de ativos mais subscritos. Além disso, a valorização das matérias-primas, associada à escassez energética e aos receios de desorganização logística global, levou muitos investidores a procurarem ativos tradicionalmente defensivos.
A empresa de serviços para o setor financeiro abandona o sistema de organização funcional tradicional para dar lugar a um modelo focado nos diferentes segmentos do mercado.
O debate na mais recente sessão do ETF & Index Minds em Lisboa não ficou pela crescimento dos ETF no segmento de retalho em Portugal. A comparação com os PPR e as diferenças de fiscalidade também estiveram no centro da discussão.
A elevada volatilidade que se tem sentido nos mercados tem levado os investidores a optarem por soluções mais defensivas. Em abril, esta preferência acentuou-se, com os investidores a reforçarem posições em instrumentos de curto prazo e elevada liquidez.