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A sociedade gestora de ativos do Grupo Montepio, que gere mais de 2,9 mil milhões de euros, assinala 35 anos com uma nova identidade e uma aposta no reforço dos canais digitais.
A FundsPeople tem o prazer de o convidar a assistir à 3ª edição do Fórum de Gestão de Ativos, que decorre no próximo dia 29 de outubro, pelas 8h45, na Cuatrecasas, em Lisboa.
Os fundos de obrigações captam 30.000 milhões, os fundos de ações superam os 20.000 milhões e os ETF dão um contributo significativo, segundo a EFAMA.
O valor sob gestão dos OICVM cresceu 1,6%, para 28.021,2 milhões de euros, e o dos FIA aumentou 7,5%, para 1.178 milhões. No mesmo mês, três novos fundos iniciaram atividade, enquanto outro foi liquidado e três foram objeto de fusão.
Os CIO das principais sociedades gestoras internacionais concordam que a construção de carteiras exige ampliar o universo de investimento e combinar tecnologia com critério humano. A IA, os ativos privados e o regresso da dispersão estão a redefinir a forma de gerir o risco e detetar oportunidades.
A sociedade unificará sob esta denominação as marcas DWS, Xtrackers e RREEF, sem alterações nos nomes dos fundos. O processo de implementação da nova marca-chapéu decorrerá entre novembro de 2026 e março de 2027.
O novo escritório será liderado por Christophe Younes, que regressou à gestora depois de uma passagem pela PIMCO. O seu foco estará no reforço das relações com investidores institucionais e do segmento de wealth na região.
A plataforma tecnológica e de custódia para consultores independentes continuará a operar de forma autónoma após a aquisição. A operação, cujos termos não foram oficialmente divulgados, estará avaliada em cerca de 4.000 milhões de dólares.
Eric Adler, CEO do negócio de Asset Management da L&G, explica as linhas de desenvolvimento da sociedade: expansão internacional, mercados privados e ETF num modelo que combina mercados públicos e privados para responder às necessidades cada vez mais complexas dos investidores.
Com a nova licença de gestão de carteiras, a DC entra numa nova etapa que torna mais visível uma proposta consolidada ao longo de uma década: gestão indexada, planeamento financeiro e acompanhamento ativo do cliente.
A distribuição de fundos estrangeiros manteve uma trajetória de crescimento no segundo trimestre de 2026, com o montante comercializado em OICVM estrangeiros a superar os 10.000 milhões de euros e a registar um crescimento de 9% face ao trimestre anterior.
O mais recente inquérito a gestores do Bank of America leva o otimismo em relação ao crescimento e às ações para máximos: 97% dos inquiridos não espera uma recessão na Europa e 53% prevê novas subidas da bolsa regional, com Espanha como mercado preferido.