A utilização da inteligência artificial pelas instituições financeiras está a acelerar, mas os supervisores defendem que a inovação não pode reduzir a capacidade de controlo, responsabilização e intervenção humana. Esta foi uma das principais conclusões do debate AI in Finance: Navigating Regulation and Supervision, promovido pela Zango, uma entidade que desenvolve soluções de inteligência artificial para apoiar bancos e outras instituições financeiras nas áreas de regulação, risco e compliance. O painel reuniu Ana Moitinho Byrne, da ASF, Manuel Monteiro, da CMVM, e Pedro Quinaz, do Banco de Portugal, numa conversa moderada por João Lampreia, country manager da Freedom24.
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