Durante anos, o desconto dos mercados emergentes face aos mercados desenvolvidos foi explicado por um prémio de risco mais elevado: taxas de juro mais altas, moedas mais fracas e maior incerteza macroeconómica. No entanto, essa relação começa a mudar. Para Kamil Dimmich, gestor do Pacific North of South Global EM, o gráfico-chave para compreender a nova narrativa das ações de mercados emergentes não é o do crescimento do PIB nem o da demografia, mas sim o da convergência do custo do capital.
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