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O peso crescente dos gigantes asiáticos dos semicondutores está a redesenhar os índices, aumentando o risco de menor diversificação e recolocando no centro o papel da gestão ativa.
Com mais de três décadas a investir em ações na região Ásia-Pacífico, Jason Pidcock construiu uma estratégia que foge à leitura mais óbvia do mercado: procura crescimento, rendimento e qualidade, mas mantém a China fora da carteira.
No Investment Outlook, responsáveis da Fidelity International, Edmond de Rothschild AM, Carmignac e AllianceBernstein partilharam a sua visão sobre os principais temas que estão a redefinir a construção de carteiras: da duration das ações ao futuro da carteira 60/40, passando pela inflação, mercados emergentes e inteligência artificial.
Adam Riley e Andrew Huzzey, da BlackRock, analisam os desafios que atualmente moldam o investimento sistemático e a vantagem competitiva da inovação, no âmbito da primeira edição do Dia do Portfolio Builder, organizado pela FundsPeople.
Durante anos, o desconto dos mercados emergentes face aos mercados desenvolvidos foi explicado por um prémio de risco mais elevado, refletido em taxas de juro mais altas, moedas mais fracas e maior incerteza macroeconómica. No entanto, essa relação começa a mudar.
Das oportunidades oferecidas pela dívida high yield das economias de fronteira à transformação tecnológica da China, os mercados emergentes estão a atrair os fluxos do investimento global.
A Aktia defende o papel da dívida em moeda local dos mercados fronteira como ferramenta de diversificação em obrigações: menor volatilidade relativa, baixa correlação com os principais ativos de risco e uma base de investidores locais que ajuda a amortecer os episódios de aversão global ao risco.
Depois de um forte desempenho, os mercados emergentes regressam ao centro da atenção dos investidores. Na primeira edição de 2026 do Investment Outlook, fund buyers portugueses analisam este universo num contexto marcado pelo dólar mais fraco e pela maior dispersão de oportunidades.
Preços elevados, transição green e segurança do aprovisionamento: é assim que os novos desafios energéticos influenciam as estratégias de investimento, segundo os asset managers.
Num contexto de maior volatilidade e incerteza geopolítica, Alessandra Alecci e Lamine Bougueroua, gestores de fundos, explicam porque é que a dívida emergente volta a atrair investidores, apoiada por fundamentais macroeconómicos mais sólidos, carry atrativo e maior seletividade entre países. Comentário patrocinado pela Carmignac.
O Vontobel Fund - mtx Emerging Markets Leaders nasceu há quase 15 anos sob a firme convicção de que o mercado se rege por uma dinâmica de winner takes it all: os líderes tendem a manter-se e encontrá-los é a chave a longo prazo.
Duas visões opostas estão a moldar o desafio global da inteligência artificial: por um lado, os Estados Unidos, líderes na investigação e nas finanças tecnológicas; por outro, a China, forte numa rápida integração da IA na economia real e nos processos industriais.