Mercados fronteira: uma peça ainda desconhecida da dívida emergente que ganha relevância em carteiras diversificadas

Oskar Murto Aktia
Oskar Murto. Créditos: Cedida (Aktia)

Na discussão sobre o regresso dos mercados emergentes às carteiras dos investidores, existe uma ferramenta ainda pouco conhecida por muitos: os mercados fronteira. Ao contrário do que possa parecer, a dívida dos mercados fronteira é menos volátil do que a dos próprios mercados emergentes e oferece uma descorrelação tanto face aos índices tradicionais como à dívida emergente. É um paradoxo, reconhece Oskar Murto, membro da equipa de dívida emergente da gestora finlandesa Aktia e co-gestor da estratégia Local Currency Frontier. “Os mercados fronteira são muito exóticos no que respeita aos países que os compõem, mas, enquanto estratégia de investimento, são bastante aborrecidos, no sentido em que oferecem retornos estáveis e baixa volatilidade.”

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