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Os produtos de ações perdem tração e as estratégias mistas cedem terreno, segundo os dados de fluxos do segundo trimestre do ano que a EFAMA acaba de publicar.
O cogestor do Emerging Markets Bond Fund destaca a maior resiliência e a melhoria dos fundamentais da classe de ativos. As oportunidades mais interessantes encontram-se na América Latina e nas moedas locais.
Há alguns meses, a Alphabet emitiu cerca de 20.000 milhões de dólares em obrigações convertíveis para financiar o desenvolvimento da IA. Justin Kass, CIO de Estratégias de Income e Growth da Allianz GI, acredita que haverá mais operações semelhantes e espera tirar partido delas.
De uma viagem pelos sabores e pelo chocolate brasileiro a um dos maiores fins de semana de corrida da cidade e ao regresso de Djavan a Portugal, aqui ficam três sugestões da FundsPeople para aproveitar o fim de semana.
O novo contexto de inflação e volatilidade obriga a repensar a forma como as carteiras são diversificadas e, sobretudo, de onde provém a sua proteção. Aron Pataki defende uma construção mais flexível, apoiada em diferentes fontes de cobertura, e alerta para os riscos colocados pelo forte ciclo de investimento em IA, pelo elevado nível de alavancagem e por uma eventual subida da inflação energética.
Mais de 15 anos depois de começar a gerir estratégias de crédito, Mark Munro mantém a mesma base: análise fundamental e disciplina na seleção. O contexto mudou, sobretudo pela maior volatilidade da duração, mas o diretor de investimentos da Aberdeen Investments considera que as yields atuais voltaram a criar um ponto de entrada interessante no rendimento fixo.
A Nordea AM está a organizar um pequeno-almoço exclusivo, onde os seus especialistas de investimento, Catarina Albuquerque e Fabio Angelini, irão partilhar as suas mais recentes perspetivas.
Vishal Khanduja, head of Broad Markets Fixed Income, Michael Rosboroush, head of Macro, Utkarsh Sharma, head of Global Aggregate and Global Multi-Sector portfolio manager, e Leon Grenyer, head of European Multi-Sector, analisam onde encontram valor num ambiente de yields elevadas, spreads reduzidos e maior divergência macroeconómica. Comentário patrocinado pela Morgan Stanley IM.
O mercado europeu multiplicou os seus ativos desde 2022, impulsionado pelo regresso das rentabilidades ao rendimento fixo. No entanto, a análise da Morningstar revela que estes produtos não ofereceram uma vantagem sistemática face aos fundos tradicionais, enquanto os seus custos e riscos podem ser superiores ao que alguns investidores percecionam.
O rendimento fixo ganhou protagonismo em agosto, num mês marcado também por uma maior diversificação das carteiras. Apesar do interesse pelas ações se manter, os investidores reforçaram a aposta em obrigações, metais preciosos e estratégias temáticas.
O CaixaBank GIF BPI Iberia R e o Montepio Euro Financial Services FIMAA lideram o ranking, ambos com um retorno de 1,4 por unidade de risco a cinco anos.
Os emitentes ligados à inteligência artificial já representam mais de 30% do mercado global de obrigações convertíveis. Perante esta crescente concentração, o gestor destaca, em declarações à FundsPeople, a importância da seleção de crédito e da gestão ativa.