Quando Jason Pidcock começou a investir na Ásia-Pacífico, no início da década de 1990, a região ainda não tinha o peso que hoje ocupa nas carteiras globais. Três décadas depois, o responsável das estratégias Ásia-Pacifico da Jupiter Asset Management não esconde a transformação. A primeira mudança que Jason Pidcock identifica é a escala. “Muita coisa mudou”, afirma. A China e a Índia tornaram-se economias e mercados muito maiores, enquanto a tecnologia deu à região empresas “absolutamente de classe mundial”. Algumas, sublinha, são hoje “as maiores e mais importantes empresas do mundo naquilo que fazem”. Também por isso, a Ásia deixou de ser um universo periférico: “Depois dos EUA e do Japão, alguns dos maiores mercados do mundo em capitalização bolsista são hoje a China, Hong Kong, Taiwan, Coreia e Índia”, reitera.
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