O boom da inteligência artificial está a mudar a face dos mercados emergentes. Se nos últimos anos a concentração foi uma característica distintiva de Wall Street, cada vez mais dependente do desempenho das grandes tecnológicas, hoje o mesmo fenómeno observa-se também nas ações emergentes. A liderar esta transformação estão sobretudo os gigantes asiáticos dos semicondutores, cujo peso nos índices continua a aumentar, tornando a sua evolução cada vez mais dependente do desempenho destas empresas e elevando os riscos para as carteiras.
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