“Quando olhamos para a performance dos mercados emergentes em 2018 vemos que, apesar de negativa, no
quarto trimestre do ano vimos um rápido rebound. Isto é uma demonstração de que quando os investidores estão mais pessimistas, frequentemente, isso pode representar uma oportunidade. Mas o timing nesta classe de ativos pode ser um desafio. Existem drivers muito bons de longo prazo, que justificam estar na classe de ativos, mas os obstáculos e desafios vão sempre existir”. Assim introduz o tema Raheel Altaf, gestor de ações emergentes na Artemis Investment Managers numa conferência com jornalistas europeus na sede da entidade gestora em Londres.
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