"Manter a exposição ao mercado de acções da Zona Euro não corresponde a um investimento no PIB do país. Trata-se de um investimento em empresas que são capazes de crescer graças a uma diversificação dos lucros que lhes permite superar os efeitos da crise da dívida soberana e queda do consumo interno. E, se a selecção de empresas for boa, a estratégia pode ser muito rentável". Assim demonstra Fabio di Giasante com o Pioneer Funds-Euroland Equity, fundo que consegui um rating S&P Capital 'Gold' depois de ter "batido" tanto no curto como a médio-longo prazo o mercado, com um retorno no último ano de 15%, cinco pontos acima do EuroStoxx 50.
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