A volta à China em 5 fundos consistentes

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No verão de 2015 a China abalou os mercados mundiais, colocando todas as bolsas em alerta. O colapso não ficou por aqui, e no início de 2016 a China voltou a assombrar os mercados. Apesar da desaceleração do gigante asiático ter sido um dos grandes temas de 2015, a maioria dos analistas do mercado continua a confiar no potencial de crescimento do país, prevendo um crescimento superior a 6% para este ano. Contudo, importa ressalvar que a dívida total da China fechou, neste último trimestre, com um rácio de 249% sobre o PIB, quase mais 100 pontos percentuais do que os registados no final de 2007. Como lembrava recentemente Jorge Botelho, CIO da BBVA AM Portugal, “a solução para quebrar este feitiço pernicioso passa pela progressiva transformação da China numa economia mais assente nas dinâmicas do setor dos serviços e do consumo privado. Mas, para isso, é fundamental reduzir o excesso de capacidade industrial e provocar o ajustamento da economia através do reconhecimento das imparidades no sistema financeiro”. 

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