Depois de um ano em que a tendência foi a melhor amiga dos investidores, a reincidência da volatilidade que se vive em 2018, está a torná-lo mais complicado: as correções experienciadas em fevereiro e março provocaram quedas de 10% (entre o dia 26 de janeiro e 8 de fevereiro) e de 7,12% (entre o dia 9 e 23 de março) que afetaram os rácios de Sharpe de muitas carteiras. Tendo em conta que o ciclo de bull market nos EUA está a celebrar o seu nono aniversário, com um crescimento do PIB estimado pelo consenso de 2,8% para 2018, e o quão longe chegaram as valorizações das cotadas norte-americanas, estas correções serviram para restabelecer algo de apelativo a esta classe de ativo? Manuel Arroyo, diretor de estratégia para a Península Ibérica da J.P. Morgan AM, acredita que sim.
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