O apreço do investidor português pelo mercado imobiliário tem agora uma nova resposta através do BlueCrow Global Listed Properties Fund, uma opção, por vezes, mais simples.
A gestora de fundos de capital de risco lançou, em 2025, um fundo golden visa com investimento de dois terços em dívida nacional, e um terço em ativos digitais.
Face a um pedido de um cliente âncora da entidade, a gestora lançou recentemente um fundo que replica a estratégia do seu fundo flexível, agora num fundo um “degrau acima na escala de risco”.
A 3 Comma Capital estabeleceu-se no mercado nacional como a entidade gestora que gere fundos alternativos com exposição a criptomoedas. Agora, disponibiliza uma opção golden visa na outra ponta do espectro: mínimo de 90% de obrigações e até 10% em ouro.
A entidade gestora nacional com maior património sob gestão lançou, em 2025, dois novos PPR, ambos com foco acionista. A entidade explica como é que estas estratégias se diferenciam.
No último mês de 2025, 14 entidades gestoras registaram fundos para venda em Portugal. No total, 38 novos fundos.
Recentemente, a Bankinter Gestão de Ativos lançou mais um fundo da sua gama de PPR perfilados, o Bankinter 100 PPR, oferecendo assim uma solução para o investidor com maior tolerância ao risco e apetite de exposição ao mercado acionista.
Num ano marcado pela dispersão de resultados nos mercados, a análise da FundsPeople mostra que, em 2025, os fundos de obrigações de curto prazo foram os mais eficientes a transformar risco em retorno, liderando o ranking dos fundos mobiliários nacionais com melhor relação risco/retorno.
Chegado ao fim de 2025, é tempo de fazer contas ao desempenho dos fundos de alocação. A análise da FundsPeople, com base em dados da Morningstar, identifica os fundos flexíveis, agressivos, moderados e defensivos que mais se destacaram no último ano.
Com o ano de 2025 a chegar ao fim, os fundos de obrigações voltaram a destacar-se como uma solução de rendimento e estabilidade, num contexto de normalização das taxas de juro. Eis os 20 fundos de obrigações que lideraram a rentabilidade ao longo do ano.
Com 2025 a confirmar-se como um ano muito positivo para os mercados acionistas, os fundos mobiliários nacionais voltaram a destacar-se pela rentabilidade.
Com 2025 a aproximar-se do fim, estes são os fundos de alocação nacionais que lideram a rentabilidade até ao momento.