Nestes dias, os investidores vão começar a receber em sua casa uma carta que nunca tinham recebido. Trata-se de um relatório que a sua entidade lhes enviará, na qual serão informados sobre qual foi o custo anual que lhes foi cobrado pelos serviços de assessoria e dos fundos. Psicologicamente, prevê-se que o impacto que o cliente sofrerá seja forte. Em primeiro lugar, porque esse custo será em euros. Em segundo, porque o balanço será efetuado sobre o ano de 2018, um ano muito mau nos mercados financeiros, no qual foi muito difícil gerar rentabilidades positivas e, que, portanto, para o investidor será computar perdas, por um lado, gastos, pelo outro. Isto é, número vermelhos sobre números vermelhos. Isto vai doer.
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