De um controlo reativo para um preventivo: como depositários e backoffice estão a redesenhar o seu modelo operacional

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Créditos: Jornada Produtora (Unsplash)

A gestão do risco na indústria mudou. Durante anos, muitos controlos operacionais foram concebidos segundo um modelo reativo: detetar anomalias, analisar alertas e corrigir desvios quando a operação já estava em curso. Este modelo, segundo um relatório recente da McKinsey & Company, começa a mostrar os seus limites face à crescente complexidade regulamentar, à maior sofisticação das estruturas de investimento e ao aumento dos volumes operacionais.

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