Com o risco do Brexit ainda não materializado – a consulta pública está prevista para o dia 23 de junho – os mercados já se estão a preparar para o seguinte risco político: uma hipotética vitória de Donald Trump nas eleições presidenciais dos EUA em novembro. À medida que se vislumbra com maior clareza que o multimilionário será o candidato oficial do Partido Republicano na corrida à Casa Branca (a nomeação será oficial em julho) cada vez são mais as gestoras internacionais que avaliam os prós e os contras de uma campanha eleitoral que promete ser histórica.
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