Os comícios americanos de 2016 recordam-nos que os inquéritos pré-eleitorais não são uma ciência exata. E construir uma carteira com base no próximo presidente de um país será um erro. Mas ignorar o peso que terá numa das maiores economias do mundo, e a nível global, também será ingénuo. Ao fim e ao cabo, a guerra comercial entre os Estados Unidos e a China, promovida pelo atual presidente Trump, ditou o endurecimento dos mercados nos últimos anos. A uma semana do fecho das urnas, o candidato democrata Joe Biden parte como favorito, mas ainda não está tudo ganho. O que é preciso ter em conta antes de posicionar as carteiras? As gestoras respondem.
Este é um artigo exclusivo para os utilizadores registados da FundsPeople. Se já estiver registado, aceda através do botão Login. Se ainda não tem conta, convidamo-lo a registar-se e a desfrutar de todo o universo que a FundsPeople oferece.
