De uma vez, 50 pontos base. A maior subida de taxas numa reunião da Reserva Federal desde o ano 2000. A Fed anunciou na sua reunião de maio que ia elevar as taxas para a faixa dos 0,75-1%. Também decidiram que a redução do balanço começará em junho, com um valor inicial de 47.500 milhões de dólares por mês, metade do ritmo que terá no final. O que há um ano teria sido digerido como um cataclismo, agora levou os mercados dos EUA a fechar com subidas de 3% de forma generalizada. As principais bolsas europeias também se movimentaram na manhã de quinta-feira com subidas de 1,5%. Porque a verdadeira notícia da noite está numa frase de Jerome Powell: uma subida de 75 pontos base não está em cima da mesa.
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