Seguindo a tendência de democratização dos mercados privados, as classes de ativos não cotadas são cada vez mais acessíveis. Enquanto no passado eram exclusivas dos investidores institucionais, atualmente atraem um número crescente de investidores privados de vários segmentos. Esta tendência, já bem estabelecida nos EUA, também está a ganhar terreno na Europa. As atuais circunstâncias parecem especialmente propícias: a necessidade de reativar a economia do velho continente, num momento em que os orçamentos públicos de muitos países estão sob pressão, exige um maior envolvimento de capital privado. E, neste processo, o papel dos gestores de ativos e a sua experiência tornam-se essenciais para canalizar a riqueza privada para a economia real.
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