A segunda parte da trilogia de Miguel Graça, iniciada o ano passado com Minotauro e que se prevê que termine ainda este ano com Ariadne, está em cena no Teatro da Politécnica até ao próximo dia 27 de janeiro. “Dédalo” apresenta a relação entre figuras mitológicas e a “ilusão de que não existe uma realidade efabulada, sendo o dispositivo dramático do aqui e agora o motor da ação, o que leva a uma (aparente) ausência de personagens e a uma mistura entre realidade e ficção”, referem na sinopse da peça. Conta com os atores David Esteves e Pedro Caeiro e com desenho de luz de Daniel Worm d’Assumpção. O espetáculo parte da seguinte questão: “como se constrói uma casa?”, o que se vem a provar ser “uma metáfora para a família, para o amor e para o autoconhecimento”.
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