Embora o mercado imobiliário português viva um momento de grande dinamismo, há condicionantes que têm de ser tidas em conta. Da Fundbox, Joaquim Meirelles, administrador delegado, fala do “forte investimento estrangeiro, institucional, mais focado essencialmente no imobiliário comercial, e o privado, mais focado no residencial”, não esquecendo que “a influência positiva de factores externos de risco, como é por exemplo o Brexit e o efeito das medidas Trump”, podem provocar “novos estímulos de procura que trarão inevitavelmente mais investimento no mercado imobiliário”. Com o olhar em 2017,o profissional realça que no novo ano o “desafio será de liderar e articular com as partes envolvidas neste tipo de negócios - públicas e privadas – e apresentar soluções objectivas e realistas que levem à sua concretização em negócio”. Neste sentido, acredita mesmo que “o maior risco advém de um ambiente político unfriendly welcome ao investimento estrangeiro, marcado essencialmente pela imprevisibilidade das políticas fiscais”.
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