Ao analisar o panorama da gestão de património durante o mês de outubro, através da informação fornecida pela Associação Portuguesa de Fundos de Investimento, Pensões e Patrimónios (APFIPP), é possível compreender que a composição do total das carteiras geridas foi marcada por uma quebra ao nível da alocação a liquidez. Durante o período em análise, a categoria “Liquidez + Outros” cifrou-se em 5,59 mil milhões de euros, o que corresponde a uma preponderância de 9,7% nas carteiras, enquanto em setembro tinha obtido valores superiores: 5,69 mil milhões de euros e 10,02% de exposição. Em contrapartida, os fundos de investimento mobiliário foram os que ganharam mais preponderância em outubro, com um aumento de 0,2% face a setembro.
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