HALO: o regresso dos ativos físicos

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Créditos: Greg Rosenke (Unsplash)

Durante mais de uma década, as ações premiaram especialmente os modelos capital light, negócios escaláveis com baixa necessidade de investimento material. No entanto, a implementação de novos sistemas de computação, o aumento do consumo energético e a necessidade de modernizar infraestruturas críticas começam a alterar esse equilíbrio. Várias gestoras internacionais identificam uma mudança progressiva em direção a empresas ligadas a redes, energia, infraestruturas, materiais estratégicos ou capacidade industrial, que ganham protagonismo num contexto em que a execução de grandes investimentos volta a assumir relevância face a modelos fáceis de substituir ou replicar através de software.

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