James Clunie (Jupiter): “O desafio dos gestores em 2017 é preparar as carteiras perante o inesperado”

James Clunie
Cedida

O ano de 2016 brindou-nos com valiosas lições sobre as armadilhas que encerram as previsões. Acontecimentos que pareciam improváveis no início de 2016 – a saída do Reino Unido da UE e a eleição de Donald Trump como presidente dos EUA – acabaram por acontecer. “A incerteza impôs-se, ou pelo menos isso é o que nos fazem crer os meios de comunicação social. Embora estes acontecimentos talvez se considerassem improváveis, estavam muito longe de ser impossíveis pelo estreito leque de possíveis resultados em cada um deles. No entanto, como se encarregou de nos recordar a crise de crédito, não é apenas a probabilidade do acontecimento que nos deve deixar preocupados, mas sim os danos (ou recompensas) que acontecem quando ocorre”, afirma James Clunie, gestor da Jupiter.

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