Beatriz Batarda, Bruno Nogueira e Miguel Guilherme pegam na obra de Jean-Claude Grumberg, argumentista de realizadores como François Truffaut ou Costa-Gravas, e apresentam uma visão de humor cáustico sobre o retorno do “conflito entre ''nós e os outros''” e do “despertar das reacções mais primárias a tudo o que se alimenta do medo e da ansiedade”.
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