As três últimas grandes crises de que há memória - a crise financeira de 2008, a crise dívida da zona euro de 2012 e a atual crise desencadeada pela conversão da COVID-19 em pandemia - tiveram em comum o apoio que receberam por parte dos bancos centrais em forma de programas de compra de dívida e de cortes nas taxas de juro até níveis de 0%. Mas só após a crise da COVID é que os governos colocaram o resto em forma de política fiscal com um claro objetivo de limitar ao mínimo o período da recessão na qual o mundo está imerso.
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