Habitualmente os mercados premeiam aqueles que fazem os T.P.C. e, por esse motivo, em 2016, muito provavelmente, os investidores de obrigações que levem a cabo uma estratégia mais clara e documentada podem ter maior probabilidade de"passar" com distinção. Michael Hasenstab, diretor de investimentos da Franklin Templeton Investments, descreve a visão macro e a estratégia para o ano que acaba de começar. Começa com um breve comentário sobre a política monetária, com a previsão de que a divergência entre os EUA e a Europa e o Japão poderá acentuar-se: "os mercados financeiros globais estão bem posicionados para tirar partido da expansão económica dos EUA e da substancial flexibilização quantitativa do Banco do Japão (BoJ) e do BCE". A previsão do especialista é que ambos os QE se prolonguem pelo menos até 2017: "A nosso ver, tanto o BoJ como o BCE precisam de manter as atuais políticas expansionistas, as quais devem continuar a debilitar o iene e o euro face ao dólar americano".
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