Os neobancos já não são assim tão neo. Após 15 anos de experiências, fracassos e sucessos, as fintechs lançadas na década de 2010 estão preparadas para desafiar a banca tradicional. Além disso, estão a apostar na gestão de patrimónios e na enorme transferência intergeracional de riqueza para captar novos clientes e mais estáveis. Um relatório da S&P Global Ratings destaca a evolução do setor e identifica os intervenientes que conseguiram ultrapassar os desafios relacionados com as margens e que hoje se afirmam como empresas maduras e competitivas.
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