Saiba com que fundos encerraram o ano, os investidores das plataformas

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ctinawholesale, Flickr, Creative Commons

O passado mês de dezembro ficou marcado por vários acontecimentos, como relembra João Graça, do ActivoBank. O profissional recorda que no último mês de 2016 vários eventos tiveram lugar dos dois lados do Atlântico, nomeadamente, nos EUA, a “confirmação, mais que esperada, da subida das taxas de juro de referência em 25bp, mas também pelas ações levadas a cabo por Trump para a constituição do seu gabinete e reações a vários acontecimentos, que reforçam a sua intenção de adoptar uma política protecionista”. Na Europa, por sua vez, foi o sistema financeiro que dominou as atenções. “Por um lado, o BCE além de estender o QE até ao final de 2017, desceu o montante de compras mensais para 60bn€, levando o mercado a focar-se neste valor e a assumir o “tapering””, realça o profissional. Apesar desta redução, contudo, o universo de ações foi alargado “devido à retirada da limitação da compra de títulos com a yield até -0.4%”.

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