Dez anos depois do início da crise financeira, a maioria das economias do mundo recuperaram um crescimento sincronizado, os riscos de deflação a curto prazo reduziram-se e os indicadores económicos apontam que, provavelmente, esta tendência continuará durante algum tempo. Perante este panorama, a Fed decidiu reduzir o seu balanço e o BCE diminuir o volume de compras de obrigações para, posteriormente, dá-las por finalizadas. Isto tem importantes implicações para os mercados de obrigações. A Funds People confrontou as visões da Fidelity, Schroders e Carmignac com o objetivo de esclarecer as perspetivas que oferecem três segmentos de obrigações muito concretos: Dívida corporativa com grau de investimento, high yield e obrigações emergentes.
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