Um pouco de história recente: no início do ano, os mercado ainda viviam uma fase de euforia alimentada em grande parte pela Trumpflation, ou seja, pela expectativa de que a nova Administração Trump levasse para a frente as reformas fiscais – como a descida do imposto sobre as empresas e a famosa amnistia na repatriação de lucros – e aprovasse investimentos em infraestruturas milionários. O ouro começou o ano a cotar a 1.150 dólares a onça, e desde então apreciou mais de 16%. Somente durante os meses de junho e julho o metal amarelo apreciou 7,73%.
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