No final de 2017, o valor dos instrumentos financeiros registados por conta de outrem era de 228 mil milhões de euros, o que foi um valor “superior ao inscrito no ano anterior em resultado do aumento dos valores sob custódia de entidades nacionais”. Esta é a explicação referida pela CMVM, que no seu último relatório referente ao ano passado, indica que “o maior contributo para o crescimento daqueles montantes foi dado pelos investidores residentes, apesar de a sua importância relativa ter diminuído ligeiramente”. Ainda assim, o regulador assinala que “os investidores residentes continuam a deter principalmente outros valores mobiliários e dívida pública, enquanto os não residentes detinham maioritariamente ações”.
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