Até as previsões dos mais otimistas não contemplavam uma postura tão acomodatícia como a da Reserva Federal na reunião desta quarta-feira. Há duas ideias chave a extrair do discurso de Jerome Powell, presidente da instituição americana. Por um lado, que não haverá uma subida de taxas em 2019. De facto, só haverá uma até 2021. Por outro, que a retirada de liquidez irá abrandar mais cedo do que o esperado e agora a Fed calcula que o seu balanço neutral rondará os 3,5 biliões de dólares. “A Reserva Federal tinha a difícil tarefa de tentar ajustar-se às moderadas expectativas do mercado. A julgar pela declaração e pelas novas projeções, parece que o conseguiu”, resume Anna Stupnytska, economista global da Fidelity International. Como interpretar este reforço da sua mensagem dovish? As gestoras internacionais disponibilizam a sua análise.
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