Demografia, ESG, taxas zero e tecnologia… Todos estes são fatores que vão mudar ou já mudaram o dia a dia do trabalho de um private banker.

Veja em vídeo os insights de alguns líderes da banca privada e profissionais de investimento em Portugal, num contexto de mercado em que a regulação, a economia e a evolução tecnológica continuam a motivar uma evolução significativa na forma como se gere patrimónios, a relação com os clientes e os recursos necessários à execução de um bom trabalho.

“O regulador vai definir as regras, o cliente vai nos exigir e os bancos vão ter que corresponder!” – Carlos Santos Lima, Credit Suisse – Sucursal em Portugal, sobre o impacto investimento sustentável ou ESG na relação com o cliente de banca privada.

“No mundo da banca privada enfrentamos o desafio que chamo de P&D. Ou seja, a personalização do serviço ao cliente como fator-chave da relação, mas conjugada com a revolução digital.” – Pedro Lobo, Private Banking do Bankinter em Portugal.

“Esta ameaça das taxas de juro baixas representa para a atividade de gestão e aconselhamento financeiro, cujo expoente máximo na Banca comercial é o private banking, uma oportunidade de ouro.” – Ana Nobre, banca privada do ABANCA em Portugal.

“Vamos ter muito maior dependência da tecnologia, muito maior pressão com fees e uma tendência natural para o aconselhamento independente.” – António Luna Vaz, banca privada do Banco BPI, sobre a geração millennium em banca privada.

“Para o cliente conservador, a única solução é o investimento ativo em fixed income. A única forma que hoje em dia se consegue ter algum retorno, preservando o capital.” – Juan Carlos Dominguez, AXA IM