A crise da COVID-19 representou um autêntico antes e depois da sociedade. E isso passou também para os governos e bancos centrais que tiveram de mudar na altura de aprovar planos de estímulos para evitar que a recessão vista em 2020 se prolongasse. Os diferentes pacotes de estímulos anunciados, em conjunto com os programas de compra de dívida e taxas baixas dos bancos centrais, conseguiram o seu objetivo. Segundo dados do FMI, o PIB global crescerá 6% este ano e 4,4% em 2022, segundo as suas previsões, ainda que avise que esse crescimento será desigual entre as diferentes economias devido, entre outras coisas, aos diferentes ritmos nas campanhas de vacinação.
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