Depois de vários meses em que a Europa parecia ter recuperado protagonismo face a Wall Street, os fluxos de investimento voltam a enviar uma mensagem clara. Os investidores europeus retomaram a sua aposta nas ações norte-americanas, sobretudo nos grandes índices globais e no S&P 500, num contexto em que a inteligência artificial continua a funcionar como principal motor do mercado e as obrigações continuam a consolidar-se como uma componente estratégica das carteiras.
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