“As obrigações a curto prazo de empresas solventes geralmente mostram menos volatilidade de preços que as suas contrapartes a longo prazo. As obrigações a curto prazo não costumam negociar abaixo do par. E, quando o fazem, tendem a reverter rapidamente”, explica Warren Hyland, gestor da Muzinich & Co. Ou seja, tendem a convergir de novo para o par à medida que a obrigação se aproxima do vencimento. Isto é conhecido como o efeito pull-to-par. A correção vivida pelas obrigações na primeira metade do ano levou a que certas obrigações de curta duração negociassem abaixo do par.
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