A Nordea leva ao ginásio o seu fundo de obrigações globais mais flexível

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Toni F., Flickr, Creative Commons
A flexibilidade foi o termo a que a Nordea recorreu para destacar a importância do conceito no que respeita à saúde, mas também à indústria da gestão de ativos. No que se refere ao cuidado do corpo, a flexibilidade é chave para manter um bom nível físico, algo que, se se alcançar, ajuda também à saúde mental, condição indispensável para acertar na tomada das decisões. Já no mundo da gestão de ativos, a flexibilidade está relacionada com a capacidade de os gestores se movimentarem livremente pelos mercados, e construir estratégias que lhes permitam obter retornos positivos independentemente de qual for o contexto, algo que tem ganho grande importância no universo dos mercados de obrigações. É nesta classe de ativos que se centra a estratégia Nordea 1 – Flexible Fixed Income, produto lançado pela gestora há três anos com um objetivo de rentabilidade Eonia +2% e de volatilidade de 3%.

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