Diversificação é talvez o conceito mais consensual no que diz respeito à abordagem de gestão de investimentos. Investimentos com potencial e descorrelacionados expandem a fronteira eficiente e aumentam as potenciais combinações para otimizar o binómio de risco e retorno de um portefólio. A arte como investimento, na teoria, é algo que pode contribuir para essa expansão, mas a verdade é que as famílias e indivíduos que atingem um determinado património e começam uma coleção não o fazem para ganhar dinheiro.
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