Em abril de 2017 conhecia-se mais uma decisão relativamente à tão esperada venda do Novo Banco. O fundo norte-americano Lone Star chegava a acordo com o Banco de Portugal e restantes responsáveis pelo processo, para a aquisição de 75% do capital da instituição. A velha questão colocava-se: o que aconteceria aos obrigacionistas de dívida sénior? Ora, na altura, a melhor hipótese parecia ser a de que os investidores em obrigações sénior do Novo Banco aceitassem a conversão desses instrumentos de dívida em outros, mais subordinados, elegíveis para os cálculos do capital Core Tier 1, num montante total de 500 milhões de euros.
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